FUMO, LOGO INSISTO!


2005

Esse post não tem a ver com cigarro. Tem a ver com gratidão e com esperança. Gratidão a todos os que visitaram o blog e contribuíram para que ele continuasse existindo. E esperança de que 2005 seja um ano bacana, um ano de paz... e de amor. Palavras gastas, eu sei, mas que estão em falta nos supermercados do mundo. Feliz ano novo para todos!

P.s. essa foto aí de cima fui que tirei...



 Escrito por Daniel às 05h42
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túnel do tempo - parte 2

Houve uma época em que era uma prática comum a distribuição de amostras grátis de cigarros. Lembro-me de ter recebido um maço grátis pelo menos uma vez: no Free Jazz Festival - no tempo em que o festival era de jazz mesmo. Eles eram dados na entrada, para quem chegava. Mas o mais incrível que eu descobri sobre os cigarros grátis é que eles eram fornecisos nos... aviões! Dá pra acreditar ?

Em caso de emergência, máscaras de oxigêncio cairão do teto...

Tenham todos uma boa viagem

Ao apagarem os avisos, por favor: acendam seus cigarros 

 



 Escrito por Daniel às 05h43
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Túnel do tempo - parte 1

Uma das estratégias de marketing da indústria de cigarros era o lançamento periódico de marcas novas, acompanhado de intensas campanhas publicitárias. O "novo" chama mais a atenção, atiça a curiosidade, enfim, é um velho truque de vendagem. Com a restrição à propaganda de cigarros, em 2000, os fabricantes deixaram de fazer isso, se limitando a, no máximo, lançar séries especiais dos maços já existentes. Estou falando disso porque encontrei um site de um cara que, se não for maluco, certamente é excêntrico: um colecionador de embalagens de cigarro (link aqui).  Quem nasceu na década de 1970, como eu, deve se lembrar de alguns desses fósseis nicotínicos ...

 

Esse aí tinha o jogador Gérson como garoto propaganda. Deu origem à expressão "lei de Gérson", por causa do slogan "leve vantagem". A razão do slogan é que o cigarro era um ou dois centímetros maior - essa era a sensacional "vantagem".

A propaganda desses cigarros me fascinava, quando criança: consistia em milhares de maços enfileirados, que iam sendo derrubados, como um gigantesco dominó, até formar o nome do cigarro. Alguém se lembra disso?

Slogan voltado para o público feminino. Possivelmente uma das frases de maior mau gosto de toda a história da propaganda brasileira.

Outro que visava as mulheres. Seu slogan merecia também o Oscar da obviedade: "o importante é ter charm".



 Escrito por Daniel às 07h00
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Uma seleção especial

De mais algumas propagandas inacreditáveis de cigarro...

Camel - o cigarro preferido dos médicos (1947)

Newport - o cigarro preferido das grávidas (1985)

Viceroy - o cigarro da generosidade feminina

Polo - o cigarro "explícito"  (outdoor afixado num ponto de ônibus)

 



 Escrito por Daniel às 07h48
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O bom velhinho

anúncios dos cigarros Camel e Prince Albert, dos anos 40

Anúncio da Philip Morris, 1972

O "Fumo, logo insisto!" deseja a todos um feliz natal



 Escrito por Daniel às 07h13
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o que tem no cigarro

Curiosamente, apenas 10% do fumo do cigarro é constituído de filamentos de tabaco. O restante é formado por tabaco reconstituído e aditivado por dezenas de substâncias químicas. Andei dando uma bisbilhotada no site da Philip Morris, fabricante do Marlboro, e encontrei uma impressionante lista dos ingredientes do cigarro. Tem alguns bem fofinhos, como óleo de camomila, azeite de ameixa, extrato de raiz de lírio e aroma de rum. Tudo isso para dar "cheiro" ou - vá lá - "gosto", ao cigarro. Mas a maior parte é de química pesada mesmo. Pra quê os isobutiratos de octilos servem, só Deus - ou mais provavelmente, o Diabo - sabe. Além dos ingredientes e da química do fumo, tem também a química do papel, do filtro, da tinta da logomarca, da cola do filtro e assim por diante. Tudo isso tá lá listado no site, que divide a informação por países. O Brasil não aparece, mas clicando nos links, vocês poderão ver as informações dos cigarros portugueses. Só vou dizer uma coisa: essa listagem de ingredientes... só vendo para acreditar.

Clique aqui para ver os ingrediente adicionados ao tabaco

Clique aqui para ver os ingredientes do papel, do filtro, etc.



 Escrito por Daniel às 18h54
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Zé camelo

Esse aí é o Joe Camel, personagem criado pela R.J. Reynolds, fabricante dos cigarros Camel. Joe Camel nasceu em 1988, nos Estados Unidos e por quase 10 anos figurou em inúmeras peças publicitárias, sob a forma de cartoons ou desenhos animados. Durante esse tempo, militantes dos grupos anti-tabaco e membros das agências regulatórias americanas acusaram a fabricante de estar fazendo uma campanha que atingiria as crianças e adolescentes. Em 1997, por exemplo, uma pesquisa constatou que 90% das crianças americanas com 6 anos de idade era capaz de reconhecer o personagem e uma quantidade significativa dessas crianças o tinha entre os seus prediletos. Nesse mesmo ano, a campanha foi ameaçada de ser proibida nos Estados Unidos, o que fez com que a R.J. Reynolds "voluntariamente" decidisse retira-la do ar. Foi o triste fim de Zé Camelo.  

Uma outra curiosidade: há pessoas que claramente enxergam um pênis, no nariz do personagem. Especula-se que isso seria uma propagande subliminar deliberada. E você, o que vê? Olhe bem para o camelinho... e deixe aqui o seu comentário.



 Escrito por Daniel às 09h31
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A infância e o cigarro - parte 1

Não são cigarros falsificados. Acreditem, são embalagens de cigarros de chocolate. Feitas para adoçar a boca, na mais tenra infância, de pessoas que poderão se tornar um dia fiéis fumantes da sua marca preferida. Eu adorava esses cigarrinhos quando era criança! Mas hoje, os cigarros de chocolate se tornaram definitivamente politicamente incorretos,  assim como as armas de brinquedo e os soldadinhos de chumbo. Mas aonde eu estou querendo chegar com tudo isso? Não sei, mas vamos retornar à questão do chocolate: para mim, chocolate é uma das coisa mais gostosas da vida, depois da pizza, do sexo e dos filmes sci-fi (não necessariamente nessa ordem). Portanto, o "Fumo, logo insisto!" está lançando a sua campanha: 

 

em 2005, troque a nicotina por um docinho  

 

p.s. Estou meio enrolado esses dias, sem poder parar para atualizar o blog. É a correria do fim de ano...  [ ]s

 



 Escrito por Daniel às 19h23
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Hoje é sexta-feira...


...véspera do fim de semana,

faça como os chinezinhos...

mande o seu cigarro para o espaço!!!




 Escrito por Daniel às 08h51
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Fumar pega mal!

 


Clique na imagem para acessar o blog "Fumar pega mal"

O Fumo, logo insisto! abre seu espaço para falar de um outro blog: o Fumar pega mal. Trata-se de um blog feito por estudantes da PUC-RJ, que se mobilizaram para fazer uma campanha anti-tabagismo no campus universitário. Nossa entrevistada da semana é Priscila Fagundes, estudante de jornalismo de 21 anos, e blogueira do Fumar pega mal.

Daniel:
Como surgiu a idéia do blog?

Pri Fagundes:
Fiz um curso de extensão em "Empreendedorismo", e tinha que desenvolver um projeto de "Mobilização Empreendedora Cidadã". Meu pai é pneumologista, sempre acompanhei casos relacionados ao tabaco. Juntamente com os outros 4 integrantes do grupo, resolvemos fazer uma campanha anti-tabagismo voltada, principalmente, para o público jovem da PUC-Rio e extenso ao público em geral através do blog.

Daniel:
Você acha que a universidade poderia ser mais ativa na conscientização dos seus alunos para o problema do fumo? Por que deve haver muitos alunos fumantes, não é mesmo? 

Pri Fagundes:
Sem dúvida! Quando eu entrei na universidade, um dia eu estava conversando com um amigo. Ele me disse então: "é, Priscila, acho que vou ter que começar a fumar... por que eu não vou conseguir ficar aqui no pilotis da PUC conversando e sem fazer nada com as mãos... aliás, todo mundo aqui fuma mesmo!” Tive também um professor que fumava na sala e com o ar ligado... ele falava que ia abrir um pouquinho a janela e que não ia fazer mal para  ninguém... um absurdo!!! E  o corredor da PUC é basicamente um fumódromo... sem falar das  inúmeras vezes que os alunos saem das salas durante as aulas para fumar. Sabe, estou na PUC há 3 anos e meio e a única iniciativa que já tinha visto na Universidade em relação a esse problema é um grupo de apoio feito por funcionários e alunos. Mas o número de integrantes é muito restrito, na última reunião tinham 10 pessoas.

Daniel: E qual será o futuro do "fumar pega mal", quando vocês acabarem o curso?
 
Pri Fagundes :
O curso já foi encerrado. Mas como fui eu que sempre atualizei o blog, vou continuar. Acredito que a esperança de que alguém leia e perceba os perigos do cigarro para a saúde é, como se diz no ditado popular, "a última que morre".



 Escrito por Daniel às 09h28
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Liberdade - parte 3 (e final)


 O debate sobre a "liberdade de fumar" é complexo. Tento aqui sintetizar as suas principais questões:

a) uma pessoa é livre em relação ao seu próprio corpo ?

Na verdade, não totalmente. Na sociedade em que vivemos, a relação das pessoas com o seu próprio corpo esbarra, muitas vezes, nos limites impostos pelo estado. Exemplos: a proibição do aborto, a proibição das drogas, a penalização da eutanásia e do suicídio assistido. Cito esses polêmicos exemplos para que possamos entender que a questão do "liberdade sobre o corpo" está relacionada a um debate entre valores morais: por um lado, a defesa da liberdade individual; por outro, a defesa de valores como a preservação da vida e a proteção da saúde das populações. Pode a liberdade individual estar acima da preservação da vida? Bem, cada um que tome a sua posição...

b) essa liberdade pode ser exercida sem prejudicar outras pessoas ?

Embora o fumo seja uma prática lícita, as circunstâncias onde se pode ou não se pode fumar são delimitadas: pode-se fumar aqui, mas é proibido acolá. O principal argumento para essa restrição é a tese de que o fumo prejudica a saúde de pessoas que não fumam, mas se encontram no mesmo ambiente: os chamados "fumantes passivos". É claro que ninguém vai desenvolver uma doença cardio-respiratória por pegar um avião ao lado de um fumante uma vez na vida. Mas se você viaja toda semana ou, pior -  se você trabalha num avião - a história pode ser diferente. Como a lei é "burra", ela nivela por baixo e pronto: fica proibido. Deve ser muito chato para quem fuma ficar esbarrando toda hora nessas proibições, mas.... fazer o quê? Lei é lei. E cigarro sem fumaça, só se for apagado. 

c) um dependente químico pode ser livre? 

Essa me parece a maior contradição de todo esse debate. Todos os argumentos em torno da liberdade de fumar esbarram num detalhe crucial: o vício, que escraviza o indivíduo. Como ser livre e ao mesmo tempo ser dependente de uma substância química? Difícil, muito difícil...

Bom, com isso espero encerrar a série "liberdade". Se alguém tiver algo a acrescentar, sinta-se livre para fazê-lo nos comentários...



 Escrito por Daniel às 09h41
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Imagem do dia!

Valeu, Spock!

(dedicada ao amigo Cid Andrade)


 



 Escrito por Daniel às 05h54
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NOTÍCIAS IMPORTANTES SOBRE A CONVENÇÃO-QUADRO

 

Clique na imagem para participar do abaixo-assinado pela Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco

(Baseado em texto do Dr. Paulo Corrêa)

Há poucos dias, o Peru tornou-se o 40º país a ratificar a Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco. A convenção-quadro é um tratado internacional proposto pela Organização Mundial da Saúde, cujos objetivos principais visam à redução das mortes causadas pelo tabagismo no mundo. No dia 28 de fevereiro de 2005 ela entrará em vigor. Uma data que deve ser lembrada como uma vitória histórica da saúde pública global contra os interesses econômicos das mega-corporações da indústria do fumo.

E qual é a posição do Brasil a respeito da Convenção-quadro?

O Brasil foi o 2º país a assinar a convenção e um dos encarregados de conduzir a sua negociação internacional, que ocorreu nos últimos 5 anos. O próximo passo seria ratificar a sua adesão ao tratado.  Mas isso está sendo muito difícil. A ratificação do Brasil à convenção-quadro permaneceu tramitando na Câmara dos Deputados por quase 10 meses até ter sido aprovada e encaminhada ao senado. No senado, um fortíssimo lobby foi montado pela indústria do tabaco para influenciar e pressionar nossos Senadores. Diversos expedientes para o adiamento da votação foram utilizados: um requerimento de urgência foi retirado da pauta e uma série de audiências públicas para a discussão do assunto foram solicitadas, tendo a primeira ocorrido no último mês de setembro. Um dos poucos que está trabalhando a favor da convenção é o senador Eduardo Suplicy.

O que ocorrerá na próxima segunda-feira, dia 6 de dezembro?


Na próxima segunda-feira (06/12), acontecerá no município de Santa Cruz do Sul/RS uma Audiência Pública com o objetivo de debater as propostas da Convenção. Esse debate está sendo organizado pela Câmara setorial do Fumo, que é presidida pelo presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil - organização esta que é financiada pela Souza Cruz. O local escolhido é uma das maiores cidades produtoras de fumo do nosso país. Além disso, dos representantes autorizados a falar na audiência, 13 defendem a indústria e apenas 5 falam em nome da saúde pública.


O Dr. Paulo Corrêa, Pneumologista e membro da rede Tabaco Zero, será um dos 5 palestrantes a defender a convenção-quadro na audiência pública da próxima segunda-feira. Vai encarar uma parada dura.



 Escrito por Daniel às 10h55
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Liberdade - parte 2

No último mês de setembro, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal, questionando a constitucionalidade da legislação que proíbe a veiculação de propagandas de cigarro. O argumento é que a proibição fere a liberdade de expressão, a liberdade de informação, a livre iniciativa econômica e a livre concorrência. Veja o que diz um trecho da ação: 

"Não há legitimidade para se impedir a venda de produto lícito ou a sua publicidade, sem limitar direitos fundamentais dos eventuais clientes, nomeadamente, a liberdade de conhecer e adquirir os produtos comercializados, além de direitos das próprias empresas, que devem ter a liberdade de vender e tornar públicos, com limitações, os seus produtos".

Sobre essa mesma questão, encontramos também posicionamentos diferentes:

"Não há como concordar com tais afirmações, pelo simples mas fundamental fato de que não há liberdade sem responsabilidade. A liberdade de divulgar um produto pode ser restringida por questões de saúde, principalmente quando diz respeito a um produto que causa dependência e morte, não podendo ser a liberdade de expressão comercial maior do que a liberdade individual de garantia da saúde e qualidade de vida". Artigo de Juliano Bernet.
Clique aqui para lê-lo na íntegra.

E você, acha que o problema da restrição à publicidade de cigarro é uma questão de "liberdade de expressão"? Ou concorda que "não existe liberdade sem responsabilidade"? Deixe aqui a sua opinião !

p.s. a continuar...

 



 Escrito por Daniel às 11h13
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Liberdade - parte 1

 

 

O argumento em torno do "direito de fumar" é um dos temas centrais das pessoas e organizações que defendem os fumantes. Nos próximos posts vou tentar discutir um pouco essa questão. Vamos começar examinando alguns exemplos:

 

"Eu sustento o meu vício, pago meus impostos e consumo um produto legal, regulamentado e taxado. Mas sou tratado como um cidadão de segunda classe em função de um patrulhamento humilhante e abusivo que avança justamente sobre duas coisas que me são tão caras: o cigarro e, em especial, o direito a uma vida menos chata e sem graça. Nos últimos anos, essa esquadra dos bons hábitos transformou o mundo num lugar insuportável. É proibido fumar em avião. É proibido fumar em restaurante. Os maços de cigarro vêm com aquelas imagens ameaçando: “Se você fumar, eu te pego lá fora”. Basta! Hoje eles proíbem o cigarro, amanhã vão querer banir o açúcar, o café, o doce de coco, a Fanta Uva, o cine-privê dos motéis, até o dia em que todo mundo vai acordar tomando açaí na tigela e fazendo 50 abdominais. Viver mais, assim, para quê? Posso ser acusado de ser um idiota sujeito a câncer de boca e de pulmão, mau hálito, perda dos dentes e impotência sexual. Mas alguém que preza, acima de tudo, o direito de ser o idiota que quiser ser".

Texto de Jardel Sebba, editor da Revista Sexy. Clique aqui para lê-lo na íntegra.

 

 

"Ninguém tem o direito de fazer suas escolhas por você. É isso que chamam de liberdade, o ideal mais importante na vida de qualquer um. Então, seja livre para fazer o que quiser: cante, ame, dance, crie, apaixone-se, sonhe, aproveite tudo em excesso. E se você decidiu fumar, por que não com moderação? A decisão é sua".

Encarte distribuído dentro dos maços do cigarro FREE, em 2003.

 

 

E você? Concorda com esses argumentos? Acha que a "liberdade" dos fumantes está sendo tolhida pela legislação anti-fumo? Deixe aqui a sua opinião. Amanhã voltarei a tocar nesse assunto.  



 Escrito por Daniel às 08h56
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